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PARQUES NACIONAIS FECHADOS! E AGORA, JOSÉ?

Atualizado: 21 de jun. de 2021

Nosso primeiro destino dentro do Brasil já com o carro revisado (2 vezes) e a casa equipada com barraca de teto, roupas, utensílios de cozinha, mantimentos e afins foi a Serra da Canastra em Minas Gerais.


O plano de roteiro era conectar a região Sudeste com o Nordeste acompanhando o leito do Rio São Francisco de ponta a ponta e sua nascente estava exatamente ali no estado vizinho ao nosso.


Com enorme expectativa (uma das maiores da vida), boas estradas e muito pedágio (quase 30% do nosso gasto total com pedágios até agora) saímos de São Paulo/SP direto para Cássia/MG onde pernoitamos por uma noite. Logo cedo atravessamos de balsa para a pequena cidade de Delfinópolis/MG, um dos portais de entrada para o Parque Nacional da Serra da Canastra.


E sim...demos de cara na porta!



O que fazer?


Ora, aproveitaríamos da melhor forma possível os arredores...


Descobrimos que existem diversos locais de beleza natural surpreendente em propriedades privadas e ao longo de estradas que ligam as cidades que circundam tais unidades de conservação.

Inclusive algumas atrações são tão monumentais que é possível avistar mesmo fora dos parques como a Casca d'anta (MG), o Dedo de Deus (RJ), os Três Picos (RJ), o Morro do Pai Inácio (BA), entre outros.


Além do Parque Nacional da Serra da Canastra (MG), passamos por outros 15 parques nacionais e estaduais pelo país quase todos com algum tipo de restrição, entre eles estão:


  • Três Picos (RJ)

  • Serra dos Órgãos (RJ)

  • Peruaçu (MG)

  • Chapada Diamantina (BA)

  • Serra da Capivara (PI)

  • Jericoacoara (CE)

  • Lençóis Maranhenses (MA)

  • Chapada das Mesas (MA)

  • Jalapão (TO)

  • Terra Ronca (GO)

  • Chapada dos Veadeiros (GO)

  • Chapada dos Guimarães (MT)

  • Emas (GO)

  • Iguaçu (PR)

  • São Joaquim (SC)


Claro que vivenciamos um processo de reabertura de algumas atrações durante o segundo semestre do ano passado, porém nunca com todos os acessos liberados.


Em dado momento até discutimos entre nós a motivação de aplicarem regras de ocupação máxima em bares, restaurantes e academias durante a pandemia e não em trilhas, mirantes e caminhadas ao ar livre dentro dos parques de conservação

Notamos que a infraestrutura de cada unidade oscila muito nas diferentes regiões do país. Encontramos alguns parques que contavam com vídeos institucionais de apresentação, transfers, trilhas marcadas e equipe capacitada e outros em que o porteiro fazia bilheteria, segurança, indicava os acessos, apagava fogo e era basicamente a única fonte de informação.


De qualquer forma, organizados ou não, muito do que está fora dos limites dos parques com certeza acaba se descaracterizando mais pela ação humana e esta é uma função importante destas reservas

Como sabem, desde o ano passado, moramos em nosso motorhome e os parques nacionais se tornaram importantes refúgios dentro dos roteiros pelo Brasil. Encontramos nestas localidades um fluxo baixo de pessoas, ar puro, paisagens incríveis, possibilidade de atividades outdoor de baixo risco e tranquilidade para os tempos tão conturbados que vivemos atualmente.



COMENTE, PERGUNTE, DÊ SUA SUGESTÃO!!!


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