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MAS VOCÊS NÃO TÊM MEDO?

Atualizado: 21 de nov. de 2021

E quem, em sã consciência, não teria em uma vida na estrada?


Afinal de contas:

Quanto mais novo é o desafio, mais diversos são nossos medos, não é?

Certamente tínhamos grandes questões logo em nossos primeiros meses de viagem, tanto em quantidade quanto em variedade.


O que fazer se o carro quebrar no meio do nada?

E se alguém quiser entrar em casa na “calada da noite”?

Imagine então todos os possíveis desentendimentos entre nós dentre tantas decisões diárias que deveríamos tomar...



Como não fazíamos a mínima ideia do que iríamos experimentar, nem mesmo quem e o que atravessaria o nosso caminho, sentimos sim certo receio

Mas percebemos depois de algum tempo que aquela pergunta sobre os nossos medos não era exatamente nessa direção.


Quando as pessoas nos questionam dos medos de se viver na estrada, na grande maioria das vezes, estavam querendo saber sobre os perigos de alguém nos fazer algum mal...


...e, durante todo esse tempo, sentimos que talvez este seja o menor dos problemas.



Se familiarizar antes para não assustar depois


Já escrevemos outras vezes por aqui sobre a importância de realizar “viagens teste” antes de uma expedição de longa duração, pois isso, sem sombra de dúvida, ajuda a diminuir nossos medos de algo ruim acontecer.


Tente simular diferentes situações que você poderá enfrentar como:


  • Dormir em um posto de combustível

  • Contabilizar todos os custos de uma viagem de 15 dias

  • Acompanhar a troca de óleo e filtros de uma manutenção de rotina do carro

  • Participar de uma expedição com outros carros

  • Ficar alguns dias em um local sem qualquer estrutura de energia e restaurante


Problemas maiores tornam os antigos pequenos


Durante a fase de planejamento para uma mudança radical em nosso modo de vida acabamos supondo muitas coisas, assim como acontece também com nossos próprios medos e situações que inicialmente definíamos como “perrengues”.


Como nós mesmos nos reinventamos, nossas reações frente as situações adversas vão, pouco a pouco, também mudando

Os exemplos de vida que encontramos pelo caminho são os maiores responsáveis por essas mudanças. Além, claro, do convívio com outros viajantes com muito mais bagagem.


Um equipamento quebrou?

Conhecemos alguém que consertou facilmente o seu.


O orçamento está curto para o mês por alguma emergência?

Existem famílias e viajantes que vivem felizes com muito menos.


Alguém falou alto logo ao lado do carro durante a madrugada?

Pelo menos não tentaram entrar para ver o que tinha dentro ou ameaçaram ninguém.


Uma reação positiva logo após um problema surgir às vezes já é meio caminho andado...

Ahhhh e algo muito importante que não podemos deixar de falar por aqui...


Existe uma imensidão de pessoas solícitas, alegres e dispostas para compensar as poucas “grandes pedras no meio do caminho”.






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